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09 abril 2013

Autobullying: é você ou são os outros?

Bom, pra quem acompanha o blog a mais tempo, sabe que já falei sobre o bullying, suas formas praticadas e algumas campanhas que visam combater esse e todo o mal contra o próximo.
Mas então, o que faço eu aqui falando sobre a mesma coisa outra vez? Pra quem não sabe, sou uma pessoa muito observadora e ultimamente, o que eu mais faço é observar e, depois de algumas pesquisas, descobri o termo autobullying. De um modo geral, o autobullying (auto: ação; bullying: sofrer agressão seja ela psicológica ou física por motivos fúteis), é uma forma de bullying que até pouco tempo não era conhecida por psiquiatras, quase foi considerado um tipo de masoquismo psicológico!


Ele acontece quando os agressores somos ninguém menos que nós mesmos. Em linguagem técnica: corresponde a mecanismos inconscientes extremamente prejudiciais, e eles são permanentes e limitantes. Espera, não entendi nada! Ok, ok... Sigam comigo! Para ser mais breve, isso acontece quando o agressor tem uma auto-estima muito baixa e começa a se auto agredir por causa disso. Não me refiro à apenas agessões físicas, mas existem as psicológicas também.
Muitas vezes, o agressor/vítima se convence de que o mundo seria um lugar melhor sem ela e simplesmente, se afasta de todos por nenhum motivo aparente. As causas podem ser medo, manias compulsivas, se sentir culpado, conflitos inconscientes, auto-negligência, sentimentos de não merecimento do tipo daquele que você acredita não ser bom pra nada, mesmo que estude, trabalhe ainda se sente imcompleto e nem sabe dizer o por-quê disso...


Bom, e como resolver isso? Os especialistas afirmam que a melhor forma de se tratar é o autoconhecimento e a confiança nas pessoas ao seu redor. Conversar sobre seus problemas, pedir ajuda e entender melhor a si mesmo. Nada de achar que, por causa disso, você será julgado. Por que, muitas vezes, não são as pessoas que te perseguem, é você que persegue a você mesmo!

Fonte: Exoticlic